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quarta-feira, 21 de março de 2018

Livro: MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS - Manuel Antônio de Almeida

É com um imenso prazer que estou trazendo hoje uma resenha desta obra que me arrancou muitas risadas. Não sei se estou mais feliz de estar aqui agora contando que finalmente a li, ou se é porque eu me permiti arriscar tudo em um livro com uma história antes não muito boa comigo...

Resenha Último Ato!
  • Título: Memórias de um Sargento de Milícias
  • Autor: Manuel Antônio de Almeida
  • Editora: Ciranda Cultural
  • 160 Páginas
  • 1ª Edição – 2010
Sinopse:
Em Memórias de um Sargento de Milícias, figura como protagonista não o típico herói romântico, mas como bem indicou Antonio Candido, em seu livro Dialética da Malandragem, "o primeiro grande malandro da novelística brasileira". O romance de Manuel Antônio de Almeida narra as peripécias de Leonardo, filho de Leonardo-Pataca e Maria-da-Hortaliça, e por meio delas retrata com cinismo e comicidade a sociedade carioca da primeira metade do século XIX.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Livro: AUTO DA COMPADECIDA - Ariano Suassuna

Depois de dezoito anos da primeira vez que tive contato com esta obra de Ariano (por meio da adaptação para o cinema, eternizada com as atuações de Selton Mello e Matheus Nachtergaele) eu pude ler a peça de Suassuna inteira. Pensem numa pessoa que se divertiu. 

Resenha Último Ato!
  • Título: Auto da Compadecida
  • Autor: Ariano Suassuna
  • Editora: Agir
  • 192 Páginas
  • 1ª Edição – 2014
Sinopse:
O "Auto da Compadecida" consegue o equilíbrio perfeito entre a tradição popular e a elaboração literária ao recriar para o teatro episódios registrados na tradição popular do cordel. É uma peça teatral em forma de Auto em 3 atos, escrita em 1955 pelo autor paraibano Ariano Suassuna. Sendo um drama do Nordeste brasileiro, mescla elementos como a tradição da literatura de cordel, a comédia, traços do barroco católico brasileiro e, ainda, cultura popular e tradições religiosas. Apresenta na escrita traços de linguagem oral [demonstrando, na fala do personagem, sua classe social] e apresenta também regionalismos relativos ao Nordeste. Esta peça projetou Suassuna em todo o país e foi considerada, em 1962, por Sábato Magaldi "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro".